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Comissões apoiam militância feminina no esporte

Garantir a permanência da prática da Educação Física no currículo escolar e criar formas de aproveitamento de ex-atletas mulheres no mercado de trabalho. Essas foram algumas das propostas discutidas pelas Comissões da Defesa dos Direitos da Mulher e do Empoderamento da Mulher no Esporte e na Política da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), em audiência pública nesta segunda-feira (13/06).

“É no futebol feminino que a gente vê a maior dificuldade do recorte de gênero, que vai desde as dificuldades pelas quais a menina passa quando decide aderir a modalidade até a própria estrutura do esporte. O futebol feminino ainda é considerado amador, olímpico”, explicou a deputada Martha Rocha (PDT), que presidiu a sessão.

Também participaram da audiência as deputadas Zeidan (PT), que foi relatora da CPI da Violência contra a Mulher, e a Enfermeira Rejane (PCdoB) presidente da comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

Conquista
Durante reunião, Mariza Pires, ex-jogadora e presidente da Associação Brasileira de Futebol Máster Feminino, fez queixas sobre a falta de reconhecimento e de remuneração para as atletas, o que, ressaltou, leva muitas ex-jogadoras a viverem em condições financeiras adversas.

A representante da Confederação Brasileira de futebol (CBF), Ana Paula Oliveira, falou sobre a criação do Grupo de Trabalho Futebol Feminino. “Acabamos de ter uma conquista história no último dia 9. A CBF nunca tinha aberto espaço pra discutir o futebol feminino e aceitou e aprovou onze ações, como a criação do departamento feminino e o campeonato brasileiro feminino de primeira e segunda divisões, com 16 equipes”, disse.

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